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Clean label virou marketing? Onde o conceito ainda faz sentido de verdade

Clean label virou um termo fácil de usar — e fácil de esvaziar.


Hoje, quase tudo se diz “clean”. Porque realmente todos nós buscamos por produtos mais limpos. Mas poucos explicam o que isso realmente significa na prática.


O erro comum


Associar clean label apenas à ausência de “nomes estranhos” no rótulo.

Isso é só o começo.


Um produto pode ter poucos ingredientes e ainda assim:

  • Ser pesado para o corpo

  • Ter sabor artificial

  • Ou ser formulado apenas para baratear custo


Clean label não é estética de rótulo. É uma decisão de processo.


Onde o conceito ainda faz sentido


Ele faz sentido quando:

  • O ingrediente existe por uma razão clara

  • A fórmula é curta porque precisa ser — não porque virou moda

  • O produto funciona no consumo recorrente


Clean label de verdade é quando o consumidor não precisa de explicação longa para entender o que está bebendo.


O risco da banalização


Quando tudo é clean label, nada é.


Por isso, mais importante do que declarar o conceito é sustentá-lo na experiência:

  • no sabor

  • na digestão

  • e na vontade de consumir de novo


A escolha da Éssere


Aqui, clean label não é slogan. É consequência de escolhas técnicas, simples e conscientes.

O rótulo só reflete o que já está resolvido no processo.

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